A história do Jardins de Monet
Todo lugar tem uma história, e a do Jardins de Monet ajuda a entender por que ele virou referência de alto padrão em Maringá.
O conceito
O nome vem do pintor Claude Monet, mestre do impressionismo francês, famoso pelos jardins que cultivou em Giverny e retratou em telas como as ninfeias. O empreendimento nasceu com essa inspiração: um condomínio onde o paisagismo e a natureza não fossem enfeite, mas o centro do projeto. Daí os 13 alqueires de mata nativa preservada dentro dos 70 alqueires do condomínio, além dos jardins e lagos que dão identidade ao lugar.
O lançamento
Os primeiros lotes foram vendidos em 2008. A proposta era ambiciosa para a época: 858 lotes de 450 m² a 1.500 m², distribuídos em 4 quadras, com infraestrutura que a cidade ainda não tinha visto em condomínio fechado, incluindo fiação subterrânea de energia e fibra óptica, ruas de paver e estação própria de tratamento de esgoto.
Os investimentos
Nos quinze anos seguintes ao lançamento, os investimentos no empreendimento somaram cerca de R$ 500 milhões, com a Monolux Construções Civis à frente do negócio. O grande marco dessa trajetória foi o complexo termal privativo com mais de 20.000 m², que fez do Monet o único condomínio fechado do Brasil com águas termais exclusivas para moradores.
O condomínio hoje
Hoje o Jardins de Monet é um bairro planejado consolidado na região sul de Maringá, a 5 minutos do Shopping Catuaí, com casas de altíssimo padrão construídas e em construção, mercado ativo de lotes e casas e uma comunidade de moradores que escolheu a mesma coisa: viver com espaço, segurança e natureza sem abrir mão da cidade a poucos minutos.
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