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Lote no Monet como investimento: a tese completa

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Parte dos compradores do Monet não vem morar amanhã: compra o lote como reserva de valor e projeto futuro. Como morador e investidor, esta é a minha leitura da tese.

Os três pilares da valorização

1. Escassez real. São 858 lotes, e ponto. O condomínio não emite lote novo, não verticaliza, não expande. Em uma cidade que cresce como Maringá, produto finito de alto padrão tende a valorizar acima da média do mercado imobiliário.

2. Diferencial impossível de copiar. O complexo termal privativo de mais de 20.000 m² depende de uma condição natural, as águas termais. Um concorrente pode construir clube melhor, mas não pode furar o chão e achar água quente onde ela não existe. O Monet segue sendo o único condomínio fechado do Brasil com esse ativo.

3. Vetor de crescimento. A região sul de Maringá, ancorada pelo Catuaí, é o eixo de expansão de alto padrão da cidade. Infraestrutura, comércio e serviços seguem chegando à região, e cada chegada valoriza o entorno do condomínio.

O histórico

Os primeiros lotes foram vendidos em 2008. De lá para cá, o empreendimento recebeu cerca de R$ 500 milhões em investimentos e os lotes saíram de valores de lançamento para a faixa atual de R$ 600 mil a R$ 900 mil. Quem entrou cedo multiplicou o capital.

Os riscos, porque eles existem

Lote não paga aluguel: é ativo de valorização, não de renda, e ainda gera custo mensal de condomínio. A liquidez é boa para o padrão do produto, mas não é a de um CDB: uma venda bem feita leva meses. E o ciclo imobiliário existe, então o horizonte correto é de anos, não de meses.

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